Histórico


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 Terra
 UOL
 UOL


 
Blog de tatynha_muitolegal


Diário de Bordo!!!!!!

Felizes!!!!! E dá para não estar?

 

 

 Vivi e Renê

 

 Yo!!!

 

 



Escrito por tatynha_muitolegal às 01h22
[] []



Sonhei que era um cantor De fama internacional Sucesso arrebatador En la America Central Guitarra Sombrero Sol e som Vamos a la playa Bombom, bombom Chiribiribi Bombom, bombom ....

Das tantassssssssss coisas que eu poderia contar... tantantantammmmmmmmm, direi sobre  o lindo final de semana no Jequitimar, o hotel do Silvio Santos.Para ser perfeito só faltou beijar o homem do Baú! Sonho em contar para ele que eu assistia a Porta da Esperança e Boa tarde Cinderela!

                       

Estava eu a caminho do meu emprego nuevo, sim, para os atrasado de plantão, mudei de emprego, um acordo muito justo, patrões entraram com a botina e eu com a buzanfa! Mas tudo já se ajeitou, e como eu ia dizendo, estava descendo a interminável Huberto I quando recebi a ligação da minha doce prima, Vivi, dos olhos infinitamente azuis! Era ela, a guardiã das memórias de infância, a única que sabe o significado de almofadas fófinhas!!!! Querendo saber se eu estava disposta ir para la playa ôooo... E de repente, essa meiga moça, imaginando o Boqueirão, Praia Grande, Gonzaga e adjacências, aceitei... Tudo que eu precisava era uma bóia daquelas feitas com câmara de pneu!!!  Boiar é preciso, viver não é preciso!

 

Mas, caros leitores, nunca, ouçam bem, nunca pense pequeno quando o convite parte de alguém dos olhos infinitamente azuis, vindo de Vivi, um simples passeio no deprimente zoológico vira rapidamente safári na África!

 

E foi assim que fomos parar no Jequitimar, lindo de doer à retina, como é bom ver gente bonita e ter uma praia particular! Sabe criança solta no hotel sem papai nem mamãe?? Éramos nós!!! Para o Renê, cada mergulho era um fleche, e graças a ele teremos recordações eternas...

 

De tudo que tinha para ser aproveitado, um ponto alto do passeio foi nossa expedição ao banheiro! Um luxoooooooooooooooooooo!!!!!!!!! Tiramos fotos das esculturas de sabão que fizemos em nossos cabelos, largadas nas espreguiçadeiras, e até agora não sei que cargas d’água fazem dentro do banheiro, tiramos fotos fazendo caretas no espelho, brincamos com o chuveiro super-sônico e foram tantas emoções  que meu osso buço-maxilar  resolveu reclamar de tanta animação!

É bem verdade que em meio a tanta felicidade, tive medo de ser expulsa do quarto... Sim, mesmo feliz, o que somos em essência não muda, assim de uma hora para a outra, e fazer todo mundo mudar de cama por 3 vezes no meio da noite, uma por luminosidade, outra pelo excesso de ventilação e outra por ter tipo um pesadelo quase me rendeu um cartão vermelho!!!!

 Sou assim, muito peculiar, e mesmo mala, resolveram me aturar e mudar de cama várias vezes  para contentar a  criança que agora vos escreve!

 

Voltamos a ser crianças, tudooooooooooooooooooooooooo foi permitido, estar com a Vivi e o Renê é realmente viver a sensação de poder qualquer coisa! Ôooooo gente bem resolvida!

 

Um velho calção de banho
Um dia prá vadiar
O mar que não tem tamanho
E um arco-íris no ar...

Depois, na Praça Caymmi
Sentir preguiça no corpo
E numa esteira de vime
Beber uma água de côco
É bom!...

Passar uma tarde em Itapuã
Ao sol que arde em Itapuã
Ouvindo o mar de Itapuã
Falar de amor em Itapuã...

 
Enquanto o mar inaugura
Um verde novinho em folha
Argumentar com doçura
Com uma cachaça de rolha...

E com olhar esquecido
No encontro de céu e mar
Bem devagar ir sentindo
A terra toda rodar
É bom!...

Passar uma tarde em Itapuã
Ao sol que arde em Itapuã
Ouvindo o mar de Itapuã
Falar de amor em Itapuã...                                         

 
Depois sentir o arrepio
Do vento que a noite traz
E o diz-que-diz-que macio
Que brota dos coqueirais...

E nos espaços serenos
Sem ontem nem amanhã
Dormir nos braços morenos
Da lua de Itapuã
É bom!...

Passar uma tarde em Itapuã
Ao sol que arde em Itapuã
Ouvindo o mar de Itapuã
Falar de amor em Itapuã...

Composição: Toquinho / Vinicius de Moraes

 



Escrito por tatynha_muitolegal às 01h11
[] []



!!!!!!!!!!!!!!!!!

 Algo em mim dói, e minha doce lembrança de infância, chocotone com leite gelado, acaba de se tornar um pesadelo tão grande quanto a invasão dos vândalos, suevos e alanos.

  Uma angustia na boca do estômago, humor de cão chupando limão, um burburinho interno que renasce, agora sou mariachi...

 Cansada, e ainda tenho uma série de coisas para terminar, hoje, e na verdade eu não queria terminar nada, não queria ir para a reunião de condomínio, não queria preencher os relatórios, não queria fazer as pastas, não queria guardar as compras, não queria lavar a roupa, não queria.

 Hoje, estou me lixando para as mesquinharias partidária, estou presa as minhas ninharias que eclodem e me viram ao avesso.

 Olhando o imenso e caótico transito que se avoluma embaixo da minha janela, sinto um saudosismo, um grito entalado, me dá dor de garganta, sou personagem de Benedito Rui Barbosa, e poderia tranqüilamente cantar uma música tema de abertura das muitas já rotas novelas das 21:00, poderia ser qualquer Helena, algo entre o mártir e o indelével; Hoje eu poderia chorar um rio, maldizer a sorte, ligar para alguém para charlar sobre a condição humana decaída, ou qualquer coisa que caracterize meu estado de espírito, pero, estou demasiadamente exausta até para reclamar.

 



Escrito por tatynha_muitolegal às 20h04
[] []



17 de noviembre de 2008 - lunes

 Entre andares, algo tilintava, desconfortável e incompreensível, fazia morada em meus devaneios. Era terno, carregava uma bobice adolescente.

 

Lá, congelada no tempo suspenso do elevador, até me esqueci quem eu sou, esqueci que me perdi, que andei descalça sobre cacos de vidro, esqueci que chorei e borrei o rimel, esqueci.

 

De fato, onde trabalho, tenho portas privilegiadas, e mais, em minha família passo por portas privilegiadas, entre amigos, e em geral pela vida, que gosta de me bater na cara com luvas de pelica, sempre passo por portas privilegiadas; porém a única porta que de fato eu queria cruzar, com privilégios, está cerrada.

 

Então você que não sabe de nada, tampouco virá saber, olha com meiguice, captura a magia do instante, mas não arrebata.  E eu, te esqueço, me esqueço e como profissão de fé, só um nome-oração recordo.



Escrito por tatynha_muitolegal às 23h31
[] []



depois de tanto...

como na máxima orteguiana.... "eu sou eu e minhas circunstâncias.."

Escrito por tatynha_muitolegal às 21h15
[] []



E o que é o amor?

 

 

Responder tal questão é muito complexo, já que teríamos que relativizar, antes de qualquer coisa, nos perguntarmos: para quem? respostas só são possíveis quando temos claro quem é o dono da dúvida.

 

Lembro que ainda bem nova, quando li pela primeira vez a descrição de 1ª coríntios 13:1-8, que entre outras coisas diz, ’o amor não se comporta indecentemente, não procura seus próprios interesses, não leva em conta o dano, suporta todas as coisas, espera todas as coisas, persevera em todas as coisas, o amor nunca falha.’

 

Com meus olhos de menina, achei bonito, e um pouco exagerado, uma supervalorização, desacreditava que algo tão imenso pudesse existir, afinal para um adolescente entender o ‘não procura seus próprios interesses’ é praticamente impossível. Aliás, muitos se tornam velhos sem tal compreensão e vivência.

 

Agora, já nem tão nova e nem tão descrente, penso, o amor é exatamente assim. O grande segredo, acredito, é que poucos, ou melhor, pouquíssimos, chegam a amar.

 

A rapidez com que estamos nos esvaindo não nos tem permitido sentir com tanta latência, o que é uma pena.

 

Em plena madrugada do dia 18de outubro de 2008, não consigo ignorar a pergunta: Quantas pessoas verdadeiramente conhecem o poder transformado do amor? Quantos entendem, não com a cabeça, mas com o corpo, com dor nos ossos, literalmente, o que é ‘perseverar em todas as coisas’, o que é ter dentro de si a certeza do caráter infalível.

 

Tenho pensado muito nos últimos dias, tem dor que liberta, e alegrias que aprisionam. E se por infortúnio, afinal, pra morrer basta estar vivo, amanhã eu não mais existir, a minha resposta para uma das perguntas que mais queimam os navios da galera, eu teria alcançado, e com alegria, afinal, ainda que dolorida ela é cabal e verdadeiramente preenche todas as frestas que pela vida afora carreguei.



Escrito por tatynha_muitolegal às 01h48
[] []



eu, você, João girando na vitrola sem párar e eu fico comovido de lembrar do tempo.... ahhhh como era bom, mas chega de saudade, a realidade é que aprendemos com João ser desafinados...

Os rumos são poesia plêiade, o céu cinza e charmoso só quer me dar bom dia!

 

Beleza gélida, pálida, o colorido fica por conta do que tenho dentro de mim; penso que os dias cinzas são tão mal compreendidos, exatamente, pela tendência que temos de procurar fora, o que deveria vir de dentro. As cores estão dentro, invariavelmente, assim sendo, quando estamos no limbo, até o sol mais fulgurante e todas as flores primáveis, parecem as desvalidas virgens de Álvares de Azevedo.

 

Nutrir a ânsia, primo, se faz essencial para que continuemos vendo cores, como no dia em que fui ao mercado e passando pelo sabão em pó senti uma emoção surreal, me lembrava algo tão feliz, peguei vários pacotes até encontrar o cheiro de conforto, que encontrei em uma embalagem roxa, desconhecida, e só em casa, indagando carinhosamente a embalagem, me lembrei do dia em que peguei pela primeira vez as chaves aqui de casa, um balde e um bocado de sabão em uma sacolinha de mercado, trazida pela minha mãe, para que eu viesse lavar o chão para podermos colocar as coisas que deveriam ser instaladas; era cheiro de promessa de felicidade, era cheiro de futuro feliz. 

 

O passado tem voltado, antes de forma espaçada, agora com mais fremência, mostrando que tudo continuará voltando, até perder a razão de ser, até ser possível as cores antigas deixarem de fazer sombra embaixo da nova tintura, e para isso, é preciso querer que a cor do novo faça sentido.



Escrito por tatynha_muitolegal às 10h12
[] []



'decora las aguas de tu río con hojas de mi Otoño enajenado'

A vida buzina cedo, deitada em lençóis salmão, a pergunta tosca que não quer calar, Castilla   é Castela? Não sei, mas o que verdadeiramente sei é que preciso estudar mais, verbos irregulares, ou, assumir que yo estoy danada...

 

Angustiada com meu español precário, pensando no meu cabelo sem corte, e de coloração indefinida, na drenagem linfática que não fui fazer e tendo sobre minha cabeça o peso do tempo que urge, levanto, tropeço no gato, que se estira, se enrosca em minhas pernas e me faz dar conta do quanto somos parecidos e lânguidos.

 

Poucos passos até o banheiro, abro o chuveiro e me perco na imensa quantidade de shampoos,  ficar lá embaixo d’água, olhando para os vidros e pensando que cheiro quero ter hoje, que vida quero ter hoje, que sonhos, que projetos, pão com queijo branco ou só um triste chá verde??????? É demais, por hoje não! Hoje quero respostas que brotem como Maria-sem-vergonha.

 

De olhos fechados e toda contorcida pego o shampoo que o braço alcança, e aí?????? Bingo, aquele cheiro não combina nada com o dia de hoje, dia que não sei se será quente, frio, alegre ou triste... Melhor colocar de volta e pegar o outro, escolho com vontade, vidro cor-de-rosa, custou os olhos da cara, tem cheiro de salão de cabeleireiro, uso profissional, e aí me recordo que não tenho tempo para a massagem, tampouco para ir cortar o cabelo; melhor não... Ou passarei o dia em crise com as coisas que estão em atraso.

 

Então me estico ao tradicional, que coisa confortável, está escrito, para cabelos delicados, exatamente como eu, nessa manhã, delicada, com vontade de algo que não sei o que é; delicada, banheiro enevoado, Amancio Prado  cantando Lorca e entre um esfregão e outro na cabeleira, um refrão e outro no coração, reparo que minha bolha mágica é confortável, meu banheiro é placenta e meu chuveiro, semi desligado para tostar a pele, contrariando todos os dermatologistas e esteticistas, torrentes de líquido amniótico, a sensação é que eu poderia passar um ciclo ali, gestando sonhos floridos, coloridos e com cheiro de alento, mas, a vida de operária me espera, cartão de ponto, e uma simpática funcionária  sorri e brada: _ Bom dia!... Ou eu corro, ou terei que explicar o motivo do atraso, e dizer que estava em crise com o shampoo, evitar pipoco é preciso, correr atrás deles não é preciso!

 



Escrito por tatynha_muitolegal às 21h07
[] []



'Não temas segue adiante e não olhes para trás.

Assim, devagar, e bonito, este dia cinza se inicia.

Felicidade é um tilintar no estômago, salada de frutas com iogurte, e muito melhor do que premio na loteria, ler seus pensamentos, que são os mais lindos que já inventaram, os mais geniais, profundos, articulados, sábios, sofisticados e perfeitos na imensidão da paulicéia.

Do lado de cá dessa caixa destrambelhada e com muitos fios, yo, ‘una persona rara’, no alto do que me parece ser o bem estar. As faltas que me doíam me deram folga, o desencanto monocromático derramou displicentemente um pote de purpurina dourada em meus cômodos e tudo ao meu redor brilha.

Os reencontros, esses fazem cada tristeza valer a pena, cada espera frêmita ser recompensada, cada desespero é bem-vindo quando depois deles te sei.

Assim, voy, feliz, feliz!!!

Outros lampejos de alegrias dos últimos dias, ganhei um carro, da minha ultra- generosa prima, estou em uma profunda volta às origens, se vou me encontrar não sei, mas que tenho me sentido máster feliz pela tentativa, sem dúvida.

Ou seja, tudo em ordem, em paz e feliz!

Bom né?

 

Por favor, dêem um descontinho para o meu lado carola que também retornou...

 

 



Escrito por tatynha_muitolegal às 10h35
[] []



Das coisas que não contei, ou que falei pouco.

Se existe o pecado do exagero, e esse é comigo mesma, nunca sei a hora de parar, sempre aberta ‘como as veias da América Latina’, sempre gestando vésperas, sempre acelerada. Leve em consideração que sou aquáriana...

 

Agora algumas poucas vezes, em alguns poucos assuntos, falta, mas falta o quê?

 

Eu não havia falado que quebrei seu sofá novo, e nem que você gentilmente, me emprestou seu quarto novão, novão, antes de estreá-lo, não sabia se tinha o direito, falar do que me escapa entre os dedos, do que passou tão rápido, do que me emociona pelo avesso.

 

Te olhei de camisa verde, nó na garganta, aliança no dedo direito, e senti, tanto amor, tanta saudade, e muito medo de que Prudente  caminhe 600km mais pra frente, de não termos muitas oportunidades de brigarmos por tudo como sempre fizemos, de não ver meus futuros sobrinhos, com a freqüência que eu gostaria,  de não saber do seu emprego mala, de não ir com você tomar todas na cachaçaria, senti medo da vida adulta, mesmo já andando por essa passarela por alguns anos...

 

Lembro de você dentro da barriga da mãe, quando chegou em casa, um bebê tão bonito, gordinho, loirinho e sorridente, depois de bermuda vermelha e conga,ia para a escola. Brincávamos com o caminhão pintado, íamos para a natação, comíamos doce de leite de triângulos e brincávamos dentro do carro do vô e sempre travávamos o volante, hehehhe e levávamos muitas broncas também...

 

Lembro que pulávamos e cantávamos em cima da cama da mãe, enquanto ela não estava, jogávamos Sonic, assistíamos Chaves... Lembro quando cortou o rosto na cesta de vime, em pleno Natal, rasgou a perna na lâmpada e quando abriu os dedos no carrinho de rolimã...

Lembro quando jogou uma escova na minha cabeça e eu abaixei, acertou em cheio o vidro da janela do quarto...E quando me jogou um sabonete na testa e me deixou uma semana com um galo!

 

Também não esqueço você pequenino de calça social, camisa e gravata no aniversário da Vivi, lembro que não me deixava dormir dando altas gargalhadas a noite inteira usando a internet, e esperar eu dormir para fazer perguntas biiiiiiiiiiiiiiiiizarras sobre os assuntos mais diversos, e sobre a bolsa de cuba!!!!!!! Quando resolveu salvar o necessitado gato de rua, e para que pudesse entrar em casa lavou o pobre dentro do tanque!

 

Lembro quando doou seu quarto para o Ié-ié, quando mudou pra Prudente, da história do tal shopping de três andares subterrâneos, hehhehe, que me mandou um champanhe por sedex para podermos comemorar, a distancia, seu emprego na prefeitura, quando entrou para o Detran... E de mais uma série de detalhes que fazem com que eu ame profundamente você!!!!!!

 

Me perdoa por toda chatice desaforos e incompreensões... Ainda que excêntrica, confesso, um pouco autoritária, só fiz te amar... É só o jeito muito peculiar dessa figura, nada convencional, que tem muito orgulho de você e que é muito feliz em tê-lo como irmão.

 

Te amo Dechenzinhooo!

 

 



Escrito por tatynha_muitolegal às 01h23
[] []



?

Receber o convite de aniversário do seu ex-aluno de 5 anos,escrito por ele mesmo, é ultra-emocionante! Que bonitinho! Primeiro ele não conseguiu por meu nome dentro da linha, então ‘subiu a serra’ e os dois Ss e o A quase caíram fora do convite, mas a carinha feliz de garotinho, dizendo que foi ele mesmo quem escreveu fez valer meu dia de volta às aulas!

 

A vida é um pouco injusta, mais só um pouco, pra vocês não ficarem dizendo que sou reclamona, já em casa converso com meu amigo, o rapaz dos programas mais clássicos, assistir um conserto de cordas no Teatro São Pedro, em que dia?????????????? No mesmo da festa do meu garotinho querido! Resultado, não dá para fazer duas coisas ao mesmo tempo e isso me deixa triste, mas... Amigo de verdade nunca se irrita por pouco, e só por isso, tivemos a capacidade de nos falarmos por quase 5 horas ao telefone! Pasa nada!

 

Ainda com câimbra na orelha me pergunto, de onde vem tamanha afinidade? O que é essa liga mágica que nos une as pessoas? De

que material é feito???



Escrito por tatynha_muitolegal às 23h40
[] []



Pois é!

“Eu não tenho culpa de ter medo, eu não escolho, de repente eu olho e o medo tá lá, é sem querer, aí eu pego meu relógio com super-poderes, até o Ben10 tem um relógio com super-poderes, e agüento meu medo!”

 

Eu segurava sua mãozinha, andávamos pela rua da Móoca, meu pequeno primo de 4 anos, explicando seus medos noturnos.

 

As coisas são tão simples, nós é que complicamos tudo, se fossemos tão francos quanto as crianças a vida seria tão mais fácil..., Mesmo não sendo nenhum prodígio, o pequeno Guilherme falou tudo, ‘de repente eu olho e o medo ta lá’, se tivéssemos um relógio com super-poderes, a vida teria outra cor.

 

Aí chegou a hora em que a coisa mudou de figura, afinal o pequeno infante, resolveu me interpelar, você num tem medo né? De dormir sozinha? – Eu até poderia mentir, e dizer, não, nem um pouco, ou poderia ser sincera, mas ser sincera, também não cabia, então meias-verdades, -As vezes, igual você, eu olho e o medo ta lá!!!!

 

-Eu te empresto um pouco meu relógio do Ben10!

 

Meu ônibus chegou, e recebi o braço mais reconfortante, doce, pequeno na extensão dos braços e imenso na profundidade do sentir, Então eu disse, essa noite, usa você seu relógio, quando eu vier dormir aqui, você me empresta! Ele concordou. Mas não sem uma última observação: quando você dormir aqui, não vai dormir sozinha! Então melhor num outro dia eu te emprestar e você levar um pouco para sua casa lá é que não tem ninguém.

 

Muito cedo para teorizar com o infante, somos sozinhos, mesmo com multidões ao nosso redor, o tal medo não passa de tudo, para sempre, é variante, depende do dia, depende da Lua, das frestas em flor, dias se portam como flores de arranjos para festa, dias, são carnívoras, devoradoras, e dias esses são os piores, são flores de plástico, sem perfume natural.

 



Escrito por tatynha_muitolegal às 12h18
[] []



eu vou!!!! vamos??????????

Olá!

Aqui é o Carlos José.

Tudo bem! Espero e torço para que sim.

 

“... nas asas do vento, nas asas da imaginação,

flutuei desejando vida melhor para todo meu povão ...” (CJ)

 

CURSO DE EXTENSÃO

(Primeira Turma de 2008)

 

“CIDADE” DE SÃO PAULO -

HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA:

IDENTIDADES, TERRITÓRIOS, PATRIMÔNIOS CULTURAIS, MEIO AMBIENTE E CONFLITOS

 

O Curso Organizado e Ministrado pelo:

Professor Doutor Carlos José Ferreira dos Santos

(Doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP-FAU/USP; Mestre em História pela PUC/SP; Pós-Doutorando em História pela USP-FFLCH; Graduado pela UNESP-Franca; Autor dos Livros: “Identidades Urbanas e Globalização: constituição dos territórios em Guarulhos/SP” e “Nem Tudo Era Italiano”; Professor das Faculdades de Guarulhos e UniFMU; Assessor de Pesquisa do Mackenzie; Diretor do SINPRO-Guarulhos)

PS: O professor Carlos José,  além de ser um mestre comprometido com a formação de seus alunos, é uma pessoa que contribui, muito, para a melhora do mundo!!!  Espero você no curso, que sem dúvida será excelente!

Grande influência na minha escolha de vida!

Tatynha



Escrito por tatynha_muitolegal às 01h55
[] []



Vamos?????? continuação

 

 

DATA/HORÁRIOS:

* Sábados – 16, 23, 30, de Agosto, 06 e 13 de Setembro de 2008

Das 09h até 12h

Ou

Das 14h até 17h

 

No dia 13 de Setembro será realizado Estudo de Campo no Centro Antigo da Cidade de São Paulo (14h até 18h) – veja o Roteiro na Programação que segue abaixo

 

OBS: CASO O INSCRITO NÃO PoSSA REALIZAR UM DOS MODULOS, A AULA PERDIDA PODERÁ SER REPOSTA POSTERIORMENTE COM UMA OUTRA TURMA

 

ABERTO PARA: Todas as pessoas interessadas em conhecer e/ou debater a História, Identidades, Territórios, Patrimônios Culturais, Meio Ambiente do município de São Paulo

 

LOCAL DO CURSO:

NO CENTRO DE GUARULHOS

LOCAL DO CURSO: SINPRO-Guarulhos

Rua Maria Lucinda, 53 - Centro  - Guarulhos

Próximo a UNG e Rua Paralela à Avenida Tirandentes (Centro de Guarulhos)

(Tel: 6472-7098)

 

 VALORES:

*80,00 reais (Estudantes, Professores e sindicalizados: SIMPRO e APEOSP)

*100,00 reais (Público em Geral)

(a vista ou parcelado em 2 vezes)

 

NO VALOR DO CURSO INCLUSOS:

- O Livro “Identidades Urbanas e Globalização: constituição dos territórios em Guarulhos/SP” de Carlos José Ferreira dos Santos (valor de capa: 30,00 reais);

- CD contendo imagens, textos e dados sobre a história de Guarulhos – um dos poucos materias pedagógicos sobre a história da cidade

- Certificados com a carga de 20 horas/aula

 

INSCRIÇÕES: - Ou Por E-MAIL: arquivohistorico@uol.com.br

 

OBS: é fundamental confirmar a inscrição com antecedência com a envio da ficha de inscrição

  

OBJETIVOS DIDÁTICOS, PEDAGÓGICOS E CONCEITUAIS DO CURSO:

 

O curso procura estudar os processos de produção, apropriação e semantização do espaço no município de São Paulo por sujeitos de diferentes classes e culturas que (re)configuram sua história e futuro, bem como os significados do município como “cidade” ou complexo de espacialidades diferenciadas.

Considera-se que esses agentes importam pelo resultado de sua ação no âmbito local de São Paulo, mas entende-se que esses atos também estão relacionados de maneira dinâmica à lógica dos modelos econômicos nacionais com reflexos regionais e municipais.

Essa perspectiva abarca como protagonistas principais dos processos em questão, por um lado, as elites em múltiplas ramificações, por outro, o Estado em seus diferentes níveis organizacionais, e, por um terceiro ângulo, as camadas populares compostas tanto por participantes como por excluídos do mercado e dos direitos de cidadania.

Escrito por tatynha_muitolegal às 01h47
[] []



Vamos????? continuação

Este é, portanto, um estudo de natureza histórico-social sobre transformações e persistências de configurações, usos e sentidos de São Paulo delimitado, cuja ocupação, exploração, “identidade” e meio ambiente vêm sendo redefinidas ultimamente com radicalismo veloz.

As aulas serão conceituais, contando com a participação dos inscritos e utilização de material áudio-visual.

MÓDULOS DO CURSO:

HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA DA “CIDADE” DE SÃO PAULO:

identidades, territórios, patrimônios culturais,

meio ambiente e conflitos

 

APRESENTAÇÃO

- A Identidade de São Paulo na História e Historiografia

- São Paulo – Identidades e Situação Geográfica

 

MÓDULO I

De Terra de Índios à “Cidade”: Primórdios – São Paulo e a produção Secular de Espaços Identitários

1.1. Da São Paulo Quinhentista até a “Segunda Fundação” da “Cidade” (1872):

- “Fundação” de São Paulo de Piratininga (1554)  e os Aldeamentos

- Elevação à Vila (1558);

- Elevação à “Cidade” (1711);

- e a “Segunda Fundação” (1872)

 

1.2. Presença Identitária Indígena, Negra, Cabocla e Branca - o caso da atual Zona Leste e de Guarulhos:

- O Peabirú: vestígios da São Paulo Pré-Piratininga (pré-colonial)

- Aldeamento e Capela de São Miguel de Ururaí (1560/1622): Terra de Índio – expoliações e resistências

- Índios, Negros, Brancos e Caboclos nos Caminhos, Estradas e Paradas:

- Resistências: Tradições Populares, Vivências, Sincretismos, Festas, Capelas - os casos de Bonsucesso (Carpição e Nossa Senhora), Biacica, N.S. do Rosário dos Homens Pretos

 

MÓDULO II

A Cidade Moderna – Formação da Paulicéia Desvairada e Exclusão Sociocultural: Final do século XIX até a década de 1940

2.1. Cafeicultura, Industrialização, Modernização Urbana e Europeização - Consolidando Vocações (Terra do Trabalho e da Exclusão):

- As ações do Poder Público (municipal, estadual e federal) – Prefeitos, Engenheiros e Elite Local: João Teodoro, Victor Freire, Antonio da Silva Prado, Washington Luís, Anhaia Mello, Prestes Maia (Plano de Avenidas) e as intervenções federais

- Instituições e Elite Local: Escola Politécnica, Instituto de Engenharia, Idort, Ciesp, Sesi e Senac

- Planos, Intervenções e Exclusões Urbanísticas e Socioculturais: as Reformas Urbanas/Arquitetônicas, Sociais, Especulação Imobiliária e a Ferrovia

 

2.2. Novas e Antigas Identidades na “Terra Nostra” onde “Nem Tudo Era Italiano”:

- Presença dos Imigrantes e a (re)constituição de territórios: transformações socioculturais, urbanas e os movimentos sociais (sindicalismo, socialismos, greves)

- Resistências: Tradições Populares, Vivências, Sincretismos e Festas: Camadas Populacionais Incluídas e  Excluídas dos projetos urbanísticos e sociais – o caso das camadas populares nacionais e da periferia Leste paulistana- “Malandros na Terra do Trabalho”

- Moradia Popular: projetos (IAPs), vilas operárias, cortiços, subúrbio/periferia, favelas e a segregação urbana – “cidade legal” e “clandestina”

Escrito por tatynha_muitolegal às 01h45
[] []




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]